Seu namoro com o RPG

November 11th, 2008 by Cochise César

A idéia saiu do orkut que pegou do rpg.net. Começou nos blogs no Observatório e agora está também na Casa dos Lordes. A idéia é simples. Contar a história om o RPG como se fosse a vida amorosa… então lá vamos nós.
Chamada

Tudo começou na Biblioteca. Um cartaz onde ela se apresentava. Mini GURPS… Achei estranho, protelei. Quando fui era a despedida para nunca mais. Sequer a vi. Mas a vaga lembrança do que não foi se alojou no meu coração de 14 anos…
Tempos depois encontrei uma respeitável senhora por entre as prateleiras… Aventuras Fantásticas. Foi estranho… algumas tentativas desajeitadas, mas não dava certo. Não havia amor ali. Era mais um exercício.
Encontrei então Vampiro a Máscara. Só a vi desfilando fantasiada de gótica… Folhei, conversei, mas nunca fui a uma das festas que ela dava.
E um aluno (dava aulas particulares na época.. lá pelos 16) me apresentou a Dragão Brasil… Descobri que estávamos mais perto do que imaginava… que o que eles chamavam de “aventuras solo” eram a coleção de Enrola e Desenrola da Ediouro que me acompanhou desde os cinco anos, quando minha mãe lia para que eu escolhesse os caminhos…
Que o enrola e desenrola que tinha adorado aos 12 era de Ravenloft.
Que a distante ilustre desconhecida já era íntima da família.
Então aconteceu.
Um quase evento mixuruca de RPG, onde pude descobrir as complicações de D&D3e e odia-lá a primeira vista. nunca tive vontade de precisar ler o manual de instruções antes de pegar na mão. Fiquei imagionando o que seria necessário para conseguir chegar até ela.
Descobri que Vampiro era uma rodinha onde estavam várias delas, não tão vistosas quanto sua líder de vestido verde, e até sedutoras, mas muito vulgares, algumas até repulsivas.
Encontrei a selvagem Lobisomem e quis distância de imediato. Se as góticas vampiras são vulgares que dir-se-á de lobisomens?
Mas tive contato com duas mulheres que sabem o que fazem. A primeira Shadowrun, exótica, misteriosa, perigosa. Um mergulho em desespero, deseperança e loucura.
A segunda…
Ah… Mago. Você é tudo. Sempre foi tudo.
Sem os não me toques de D&D ou a vulgaridade de Vampiro ela conseguia me levar até os limites…
Se com aventuras fantásticas era exercício, com Mago era amor.
Se com as outras era um pouco de vouierismo, talvez um papai e mamãe, Mago sabia mais que o Kama Sutra.
Um amor assim tão grande que não se esvai tão facilmente…
Um amor que me levou a aventuras. Conhecer as outras. compará-las com minha Mago. Às vezes havia um aspeco superior (só um). Às vezes elas me levavam a ver algo de Mago que não tinha visto.
comecei a conversar com a família de mago… suas irmãs, que viviam na rua,na umbra, em perigo… as ovelhas negras, as que iam à igreja, as de outros países… Uma rica família que só ornava Mago cada vez mais rica. Cada vez que trazia uma de suas parentes ela aprendia mais, se revelava mais, era uma amante mais completa.
Ela está aqui, comigo agora. Ao alcance da mão. Estamos cuidando de nossos filhos. Messmo aqueles que vivem no espaço ainda carregam um pouco da essência dela.
Independente do que eu faça, do que nós criemos, ela ainda vai estar comigo e é a mãe de todos esses iniciantes na arte.

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Mais coisas a se fazer quando for um lorde do mal

October 30th, 2008 by Cochise César

Existe uma lista de cem coisas a se fazer quando for um lorde do mal circulando pela internet. Se ainda não viu, pode ver no Dados Sujos ou procurar em algum outro lugar.
Essa lista foi criada por cara chamado Peter Anspach e pode ser conferida em inglês aqui:
Mas olhando o site descobri que não são apenas 100… são 231… Então comecei a traduzir o resto…
Aqui vão os primeiros 25.

101 – Não vou mandar o meu tenente de confiança matar a criança que está predestinada a me derrubar. vou fazer isso sozinho.

102 – Eu não vou perder tempo fazendo a morte do meu inimigo parecer um acidente. Afinal, eu não prestar contas a ninguém e meus outros inimigos não iriam acreditar.

103 – Vou dexar bem claro que eu sei o significado da palavra “misericórdia”, apenas opto por não mostrar nenhuma.

104 – Meus agentes a paisana não usarão tatuagens que os identifiquem como membros da minha organização, nem serão obrigados a usar botas militares ou aderir a qualquer outro código de vestimenta.

105 – Eu desenharei odas as máquinas do apocalipse eu mesmo. Se precisar contratar algum cientista louco para me auxiliar eu me assegurarei de que ele seja pervertido o bastante para nunca lamentar sua maldade e desejar desfazer o dano que causou.

106 – Se o meu centro de comando supremo estiver sob ataque eu vou fugir imediatamente para o meu refúgio preparado com antecedência e dirigir as defesas de lá. Eu não esperarei até as tropas entrarem em meu santuário para tentar fugir.

107 – Apesar de eu não me importar, porque planejo viver para sempre, vou contratar engenheiros capazes de construir uma fotaleza firme o bastante para que, se eu estiver morto, não caia violentamentesem uma boa razão estrutural.

108 – Toda e qualquer magia/tecnoloia que possa rescucitar milagrosamente um personagem secundário que abandonou a sua vida através do autosacrifício será banida e destruída.

109 – Vou providenciar para que regularmente moças/rapazes destemidos, usando roupas estranahas e com sotaque de estrangeiro escalem algum moumento na praça central de minha capital e denunciem-me, afirmem conhecer o segredo de meu poder, chamem as massas à revolta, etc. Dessa forma os cidadãos irão duvidar caso  a coisa real aconteça.

110 – Não empreenderei esquemas dividosos que envolvam trazer o herói até dentro de meu refúgio secreto antes da armadilha estar pronta.

111 – Eu oferecerei aos oráculos a opção de trabalharem exclusivamente para mim ou serem executados.

112 – Não confiarei exclusivamente em “totalmente confiáveis” feitiços que podem ser neutralizados por relativamente pouco conhecidos talismãs.

113 – Farei a entrada principal da minha fortaleza de tamanho normal. Embora elaboradas portas duplas de vinte metros de altura definitivamente impressionem as massas são difíceis de fechar rapidamente em caso de emergência.

114 – nunca aceitarei um desafio que parta do herói.

115 – Não contratarei um inimigo individualista até todos os meus soldados estarem mortos.

116 – Se eu capturar a espaçonave do herói vou mantê-la na baia de desembarque com a rampa de acesso abaixada, apenas alguns poucos guardas de plantão e uma tonelada de explosivos preparada para explodir assim que sair da área da explosão.

117 – Não importa o quanto deseje vingança. nunca darei a ordem “Deixe-o. Ele é meu.”

118 – Se eu tiver um equipamento que realize alguma função importante ele não será ativado por uma alavanca que alguém possa acionar acidentalmente ao cair ou quando é ferido mortalmente.

119 – Não tentarei matar o herói colocando uma criatura peçonhenta no quarto dele. Ela provavelmente só irá matar acidentalmente um de meus capangas desajeitados.

120 – Uma vez que nada é mais irritante que o herói derrotá-lo com habilidades matemáticas básicas, todas as minhas armas pessoais serão modificadas para disparar uma vez mais que o padrão.

121 – Se eu entrar em posse de um artefato que só possa ser utilizado pelos puros de coração não tentarei usá-lo apesar disso.

122 – Torreões de armas da minha fortaleza não girarão o bastante para que possam atingir o pátio ou outra torre.

123 – Se eu decidir realizar um concurso de habilidade aberto ao público em geral os participantes serão obrigados a retirar suas capas e capuzes e fazer a barba antes de entrar.

124 – Antes de seqüestrar um cientista mais velho do sexo masculino e obrigá-lo a trabalhar para mim vou estudar cuidadosamente a sua prole e me certificar que ele não tenha uma filha bela e ingênua, mas que está disposta a arriscar tudo para trazê-lo de volta nem um filho marginalizado que trabalha na mesma área, mas que se desentendeu com seu pai no passado.

125 – Se eu decidir matar o herói em uma elaborada e a prova de fuga armadilha mortal. (água inundando, areia caindo, paredes se aproximando, etc) ei não irei deixá-lo sozinho de cinco a dez minutos antes da “iminente” morte. Em vez de procurar um local vantajoso ou câmera de observação ficarei e aproveitarei para assitir os o fim de meu adversário.

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